É uma doença inflamatória da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa. É uma doença cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem periodicamente. Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode ter causas relacionadas ao sistema imunológico, às interações com o meio ambiente e à suscetibilidade genética.

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Ocorre em homens e mulheres, principalmente antes dos 30 e após os 50 anos. No entanto, em 15% dos casos, pode aparecer ainda na infância. Alguns fatores podem aumentar as chances de uma pessoa adquirir a doença ou piorar o quadro clínico já existente, dentre eles: estresse, obesidade, tempo frio (as lesões tendem a melhorar com a exposição solar), consumo de bebidas alcólicas e tabagismo. O quadro clínico inclui manchas vermelhas com escamas secas, esbranquiçadas ou prateadas, normalmente em placas; pele ressecada e rachada, com/sem sangramento; coceira, queimação e dor; unhas grossas, sulcadas ou com caroços; inchaço e rigidez nas articulações. Surgem mais comumente nas articulações, como cotovelos e joelhos. Aparece também no couro cabeludo e em outras partes do corpo.

Para a realização de tratamento, é feito um diagnóstico clínico e, a partir dele, recomenda-se desde o uso de medicações locais até tratamentos mais complexos, para os casos mais graves. A hidratação da pele, exposição controlada ao sol e uma vida saudável, sem estresse e com boa alimentação fazem parte do cuidado e controle da psoríase.

Ainda não há cura, mas é possível controlar a reincidência e até conseguir a “cura clínica”, ou seja, se livrar do aspecto visual e do incômodo. O acompanhamento de um dermatologista é fundamental para assegurar o bem-estar do paciente.